W. H. Darton 11 2
C. W. Dilke 11 5
D. F. Steavenson 12 1
R. E. Neane 11 0
W. J. S. Cadman 10 6
R. Richardson 9 10
A. A. Berens (cox.) 9 8
CAPÍTULO IV
CAMBRIDGE (_Continued_)
Nestes anos de todos-redondo treinamento Cambridge estava fazendo para Charles Dilke
o que fez para centenas de outros homens jovens. O excepcional em seu
caso pulou da gravata para a qual uniu este atleta jovem o velho
estudante que, na biblioteca dele a Rua de Sloane, ou entre as flores dele a
Alice Holt, era ceaselessly preocupado com detalhe do estudante universitário
vida e trabalho. Do primeiro havia uns patos na ânsia dele para
siga e entenda todas as minúcias de uma cena pouco conhecida. Ao
íntimo do primeiro termo de Charles Dilke escreveu ele (1 de dezembro de 1862):
"Sua carta me deu grande prazer, como realmente por uma razão ou
outro, ou por nenhuma razão se você por favor, suas cartas sempre fazem;
embora não fosse um homem de Cambridge, eu sou às vezes um pouco confundiu....
O que uma pessoa enfadonha que eu vem depois dos 13º com meu enquiries infinito."
Dez dias depois ele é exultante em cima dos resultados do exame de faculdade
o qual fechado o primeiro termo:
"Hurrah! hurrah! meu querido neto. Noventa-sete entre cem--
onze sobre o segundo 'man'--é uma posição que satisfaria um
família inteira de amigos amorosos, até mesmo se eles fossem todos os avôs."
Depois que todo exame de faculdade que o neto enviou para listas de resultados,
compilado com detalhe elaborado. O avô os estudou, entesourou
eles, os comparou, quis saber por que este homem tinha se retirado, como o
outro tinha avançado, e sempre com o mesmo outflow morno de condolência e
orgulho em cima do próprio aluno dele. Lá eles mentem para-dia nos despacho-caixa,
preservado como um comemorativo daquele amor pelo homem em quem foi gastado.
Aceso é notável:
"Muitas sucatas como isto, e as cartas dele, mostre o cuidado amoroso com
o qual meu avô assistiu em cima de meu progresso na Universidade."
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