Stephen Lucius Gwynn

A Vida do Rt. Hon. Senhor Charles W. Dilke, Volume 1,

	
entre seus maiores administradores. Ainda quando nós olhamos atrás em tudo aquilo era
inspirado e feito por ele, nas mil avenidas de utilidade em qual
a energia ilimitada dele foi dirigida, não há nenhum desperdício, só magnífico
realização.

Um crítico independente ambos por caneta e fala dentro de e fora da Casa
de Câmara dos Comuns, o consolidator de qualquer forças Radicais que câmara segurou,
o representante de labute antes o Labute Festa era, ele agüentou tudo
as forças de progresso, e quando a grande figura dele passou no silêncio
o lugar dele era esquerdo vago.

Um que escreve para um diário africano o registro do funeral dele, sonhou isso
como as tensões do hino as bênçãos deles/delas verteram em "ele aquele hath
suportado", lá rosa atrás da multidão que juntou o arredonda morto um
maior faixa de mourners. "Uma multidão não visto vasta de gênero humano oprimido
estava lá, enquanto vindo fazer homenagem a um que alguma vez tinha achado tempo, entre seu,
atividades múltiplas, alegar a causa deles/delas com sabedoria, infalível,
conhecimento, e com condolência aguda de coração."

Eu cometo a memória dele às pessoas quem ele amou e serviu.

G. M. T.




CONTEÚDOS DE VOL. 1


     EU.  CEDO VIDA

    II. EDUCAÇÃO

   III. CAMBRIDGE

    IV. CAMBRIDGE (_continued_)

     V. POR ÚLTIMO CONDIÇÕES NA UNIVERSIDADE

    VI. "MAIOR INGLATERRA"

   VII. ELEIÇÃO PARA PARLAMENTO

  VIII. A CONTA de EDUCAÇÃO DE 1870--A GUERRA FRANCO-ALEMÃ

    IX. O TRATADO DE MAR PRETO--A COMUNIDADE

     X. A LISTA CIVIL

    XI. PERÍODO DE PRIMEIRO MATRIMÔNIO

   XII. RE-ELEIÇÃO PARA PARLAMENTO--MORTE DE SENHORA DILKE

  XIII. RENOVAÇÃO DE ATIVIDADE

   XIV. REVIVIFICAÇÃO DA PERGUNTA ORIENTAL

    XV. POLÍTICAS DE CASA E AMBIENTES PESSOAIS

   XVI. A PERGUNTA ORIENTAL--TRATADO DE SAN STEFANO E CONGRESSO DE BERLIM

  XVII. POLÍTICAS E PESSOAS

 XVIII. A ZULO GUERRA E O COMITÊ GREGO

   XIX. INTERESSES SOCIAIS E POLÍTICOS

    XX. A FORMAÇÃO DE UM MINISTÉRIO

   XXI. NO ESCRITÓRIO ESTRANGEIRO	

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