se tornado o grande herói de Espanha. Os espanhóis o chamaram Campeador
(came-pe-um-dor'), ou Campeão. O Saracens o chamou "O Cid,"
ou Deus. O real nome dele era o Rodrigo de de Diaz Bivar, mas ele normalmente é
falado de como "O Cid."
Os góticos, depois da morte de Alaric, tinham levado a Espanha longe do
Romanos. O Saracens, ou, como foram chamados normalmente eles, os mouros,
tinha cruzado o mar da África e em troca tinha levado a Espanha de
os góticos. No tempo de Charles Martel os góticos tinham perdido tudo
Espanha menos o distrito montês pequeno na parte do norte. Em
o tempo do Cid os góticos, espanhóis agora chamados, tinham dirigido o
Mouros até sobre o meio de Espanha. Guerra foi em todo o tempo
entre as duas raças, e muitos homens gastaram as vidas deles/delas lutando.
A parte espanhola do país incluiu os reinos então de
Castilha, Léon, Aragão e outros.
O Cid era um assunto de Fernando de Castilha. Fernando teve um
dispute com o rei de Aragão sobre uma cidade que cada reivindicou.
Eles concordaram em decidir o assunto por um combate. Cada era escolher
um campeão. Os campeões eram lutar, e o rei cujo o campeão
ganhado era ter a cidade. Fernando escolheu o Cid, e entretanto o
outro campeão foi chamado o cavaleiro de bravest na Espanha, o jovem
guerreiro o derrotou.
Quando Alfonzo, um filho de Fernando, tido sucesso ao trono, ele,
chateado com o Cid sem justa causa e o baniu de
Espanha Cristã.
O Cid estava em falta de um pouco de dinheiro, assim ele encheu dois tóraxes com
areia e enviou palavra a dois emprestadores de dinheiro ricos para os que ele desejou
peça emprestado seiscentas marcas espanholas (aproximadamente $2,000 [a partir de 1904]), e
poria nas mãos deles/delas os tesouros dele de prata e ouro que
era acumulado em dois tóraxes, mas os emprestadores de dinheiro têm que jurar solenemente
não abrir os tóraxes até que um ano cheio tinha passado. Para isto eles
contentemente concordado. Eles levaram os tóraxes e lhe emprestaram seiscentos
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