Era uma tarde primaveral no sexto ano do reinado de Rei o Henry
VII. de Inglaterra. Tinha havido um grande espetáculo em Londres, durante aquele dia seu
Grace abriu o Parlamento recentemente se reunido, e anunciou a seu
pessoas fiéis--que recebeu as notícias com muito aplauso, desde que guerra é
já popular no princípio--a intenção dele de invadir a França, e de conduzir
os exércitos ingleses pessoalmente. Em Parlamento isto, é verdade, o
entusiasmo geral foi colidido um pouco quando insinuação foi feita o
achando dos fundos necessários; mas as multidões sem, formou para o
a maioria parte de pessoas que não seriam chamadas para pagar o dinheiro, fez
não sofra aquele lado da pergunta para os aborrecer. Assim quando o deles/delas
liege cortês se apareceram, cercou pela escolta brilhando dele de nobles
e homem-a-braços, eles lançaram os bonés deles/delas no ar, e gritou
eles rouco.
O próprio rei, embora ele ainda era jovem em anos, já um cansado-
olhando o homem com uma multa, face comprimida, sorriram um pequeno sarcasticamente a
o clamour deles/delas; mas, se lembrando como contente ele deveria ser ouvir isto que
ainda sentado em um trono um pouco duvidoso, disse alguns palavras macias, e
chamando dois ou três dos líderes das pessoas, lhes deu o seu
mão real, e sofreu certas crianças para tocar o roupão dele que eles
poderia ser curado do Mal. Então, tendo interrompido um tempo para receber
abaixo-assinados de povo pobre que ele deu a um dos oficiais dele para ser
leia, entre grito renovado ele passou em para o grande banquete que era
feito pronto no palácio dele de Westminster.
Entre esses que montaram perto dele estava o embaixador, de Ayala,
credenciado ao Tribunal inglês pelos soberanos espanhóis, Ferdinand e
Isabella, e o partidário dele de senhores magnificamente vestidos e secretários.
Aquela Espanha era muito em favour havia evidente do lugar dele dentro o
procissão. Realmente, como pôde isto está vendo caso contrário já isso, quatro,
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