tentado com os dentes dele. Agora ele puxou isto apertado, e agora o frágil
talo de grama quebrou, as violetas se espalharam, e o Peter usou palavras que
ele não deveria ter proferido nem sequer quando só.
"Eu soube que você quebraria isto, mas eu nunca pensei que você pudesse perder seu
tempere em cima de tão pequeno uma coisa, Peter", disse a Margaret; e ele no
sombra observou a veja se levantando lá na luz solar, fresco e
graciosamente como a própria primavera.
Solenemente, em reprovação severa, ela tremeu a cabeça dela da qual o capuz teve
se retirado, mas havia um sorriso nos lábios dela, e risada nela
olhos. Oh! ela estava bonita, e à vista do coração do Peter dela estado de pé
ainda. Então, se lembrando do que ele há pouco tinha dito, e certas outras coisas
aquele Mestre Castell tinha dito, ele se ruborizou tão profundamente que as próprias bochechas dela
entrado vermelho em condolência. Era tolo, mas ela não pôde ajudar isto, para
sobre Peter esta manhã havia algo estranho, algo que
rubores criados.
"Para quem está juntando você tão cedo" violetas, ela perguntou, "quando você
deveria estar rezando para a alma daquele Scotchman?"
"Eu não quero nada a alma" dele, o Peter respondido testily. "Se o bruto tivesse
um, ele pode cuidar isto ele; e eu estava juntando o
violetas--para você."
Ela fitou. Peter não estava no hábito de fazer os presentes dela de
flores. Nenhuma maravilha ele tinha parecido estranho.
"Então eu o ajudarei aos amarrar. Você sabe por que eu sou tão cedo para cima? Isto
é por você. Eu me comportei mal ontem à noite a você, porque eu era atravessado
porque você quis me contrariar sobre ver o rei. Eu nunca agradeci
você para tudo você fez, você o Peter valente, entretanto eu lhe agradeci bastante dentro meu
coração. Você sabe que quando você se levantou lá com aquela espada, no
meio desses ingleses, você parecia bastante nobre? Venha fora no
luz solar, e eu lhe agradecerei corretamente."
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