o que era."
"Que eu ainda entendo menos. Vá, fale para meu pai que o Senor
d'Aguilar o espera."
Então ela entrou no corredor, e achou d'Aguilar que olha a um
Livro iluminado de Horas nas quais ela tinha estado lendo, isso era
escrito em espanhol em uma coluna e em latim naquele oposto. Ele
a cumprimentado do modo gracioso habitual dele que, onde a Margaret era
preocupado, era fácil e bem educado sem ser corajoso, e disse imediatamente:
"Assim você leu espanhol, Senora?"
"Um pequeno. Não muito bem, eu temo."
"E latim também?"
"Um pequeno novamente. Eu fui ensinado que língua. Os estudando assim eu
tente se melhorar em ambos."
"Eu percebo que você é instruído como você está bonito", e ele se curvou
cortesmente.
"Eu lhe, Senor, agradeço; mas eu ponho reivindicação para nem não enfeitar."
"Que necessidade é reivindicar lá que que é evidente?" d'Aguilar respondido;
então somado, "Mas eu esqueci, eu trouxe um presente para você, se você será
agradado para aceitar isto. Ou, bastante, eu trago o que é para você seu próprio, ou a
o menos seu pai. Eu pechinchei com o Excelência Don dele de Ayala,
mostrando que cinqüenta anjos de ouro eram muitos pagar por aquele morto
velhaco seu; mas ele me devolveria nada em dinheiro, desde com
ouro que ele nunca separa. Ainda eu ganhei alguma mudança dele, e está de pé
sem sua porta. É um jennet espanhol do verdadeiro sangue mouro,
o qual, centenas de anos atrás, que as pessoas trouxeram com eles do
Leste. Ele precisa isto nenhum mais longo, como ele volta à Espanha, e é treinado
agüentar uma senhora." Margaret não soube o que responder, mas,
felizmente, naquele momento se apareceu o pai dela, e para ele d'Aguilar
repetiu o conto dele, enquanto somando que ele tinha ouvido a filha dele dizer que o
cavalo com o que ela foi tinha caído com ela, de forma que ela poderia usar isto nenhum mais.
Agora, Castell não desejou aceitar este presente, para tal ele sentia isto para
seja; mas d'Aguilar o asseguraram que se ele não fizesse que ele tem que vender isto e
|