não manche minhas mãos com sangue. Me siga, assim você estará seguro."
Curiosidade, ou alguma outra razão, d'Aguilar incitado para obedecer, e
agora eles se levantaram atrás do altar.
"Agora", disse Castell, como ele puxou a tapeçaria e abriu a porta secreta,
"olhe!" D'Aguilar investigou no lugar; mas onde deveria ter sido
a mesa, a arca, os castiçais, e o rolo da lei de qual
Betty tinha lhe falado, era só caixas pardas velhas enchidas de pergaminhos e
alguma mobília quebrada.
"O que vê você?" Castell perguntado.
"Eu vejo, amigo, que você é até mesmo um judeu de cleverer que eu pensei. Mas
esta é uma questão que você tem que explicar a outros em estação devida. Acredite
eu, eu não sou nenhum inquisidor." Então sem mais palavras ele virou e o deixou.
Quando Castell, tendo fechado a porta secreta e tirado a tapeçaria,
se apressado da capela, era achar que o marquês tinha partido.
Ele voltou para o escritório dele que muito perturbou, e se sentou abaixo lá para
pense. Verdadeiramente Destino que teve tão longo sido o amigo dele, estava virando seu
enfrente contra ele. Coisas não poderiam ter ido piores. D'Aguilar teve
descoberto o segredo da fé dele pelos espiões dele, e, tendo por
algum mischance amaldiçoado se apaixonado pela beleza da filha dele, era
se torne o inimigo amargo dele porque ele a tem que recusar a ele. Por que deve ele
a recuse? O homem era de grande posição e sangue nobre; ela vai
se torne a esposa de um do primeiro grandees de Espanha, um que estava,
mais próximo ao trono. Talvez--tal uma coisa era possível--ela pode
a viva ser a rainha, ou a mãe de reis. Além disso, isso
matrimônio significou segurança para ele; significou uma idade quieta, um pacífico
morte na própria cama dele--para, era ele cinqüenta vezes um Marano que tocaria
o sogro do de de Marquês Morella? Por que? Só porque ele teve
a prometido em matrimônio para Peter Brome, e por todos sua vida como um
comerciante ele nunca teve contudo quebrado com uma pechincha porque foi contra
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