Tão pelo menos estava com Isobel, e assim sempre tinha sido desde que ela
beijado a criança dormente no refeitório velho da Abadia. Ela era
seu, e de certo modo, porém muito ela poderia duvidar ou poderia desconfiar, o interno dela
senso e instinto lhe falaram que ele sempre era dela, que assim ele teve
sempre sido e tão sempre permaneceria. Com o advento de feminilidade
estas verdades vieram casa a ela com uma força aumentada porque ela soube
--novamente através de instinto--que este fato de feminilidade multiplicou o
chances de conseguimento para a unidade que ela desejou, porém parcial
isso ainda poderia provar ser.
Ainda ela também soube que esta grande atração mútua não dependeu em
sexo, entretanto pela influência de sexo poderia ser acelerado e
acentuado. Era algo muito mais fundo e largo, algo que
ela não fez e talvez nunca entenderia. O elemento de sexo era
acidental, tanto de forma que a passagem de alguns anos terrestres vá
roube de seu poder atrair e fazer isto como se nunca teve
sido, mas a amizade perfeita entre as almas deles/delas era permanente e
sem sombra de mudança. Ela soube, oh!, ela soube, embora nenhuma palavra de
alguma vez tinha sido falado entre eles, que o seu era o Amor
Eterno. A percepção rápida do mente da mulher dela lhe contou estes
coisas de qual Godfrey em seu crescimento mais lento não era contudo atento.
Animou por esta idéia nova que ela realmente tinha visto o Godfrey, e isso que
era muito pior, que o Godfrey realmente tinha a visto em uma ocasião quando
ela teria preferido muito permanecer invisível a ele, ela era
enchido de remorso, e determinado lhe escrever uma carta. Assim
do próprio homem jovem para o pai dele, sua composição a levou um
transação boa de tempo.
Aqui está como copiado do terço dela e desenho final:--
"Meu querido velho Godfrey,--eu tenho uma idéia que você estava no Quadrado
na noite da bola caprichosa quando eu saí, e usou isso
afinal de contas, Plantagenet horrendo vestem que não ajustou. (Eu enviei isto
|