adquirirá mais braços, porque eu não deveria ser pegado de surpresa se nós precisássemos deles. É
tudo claro?"
"Perfeitamente", disse o Tom. "Eu assistirei assim que você vá."
"Bom-noite, menino velho, sorte."
"Bom-noite", e Dan deslizou fora do quarto e abaixo os degraus escuros.
CAPÍTULO X
VIGÍLIAS DE MEIA-NOITE
Assim que Dan tivesse ido que o Tom apagou a luz dele e deslizou em
o corredor.
Esta porção da Hospedaria era simples em desígnio. Um corredor longo traspassou
o meio da casa para conhecer uma passagem semelhante ao fim sulista
estendendo a ângulos de direito para o corredor principal. A Câmara de Sul, ocupado,
pelo de de Marquês Boisdhyver, aberto na passagem sudoeste, mas o
porta estava bem além da conjuntura dos dois corredores. Era Pembroke
intenção para se esconder no quarto próximo a câmara do Marquês,
da porta da qual ele poderia olhar abaixo o comprimento inteiro do principal
corredor, e pisando fora adquira uma visão do corredor de filial em qual
a porta deste quarto e que do Marquês de fato aberto. Um adicional
vantagem era que as janelas deste quarto, como esses do Sul,
Câmara, olhou fora nas Dunas e a Angra.
Como o Tom pisou da câmara dele, a casa parecia totalmente abandonada; economize
pelo rugir do vento sem e um rangido ocasional ou racha dentro
as tábuas tempo-usadas, não havia nenhum som.
A noite não era uma escura, embora o vento estava subindo e chuva era
ameaçando; para uma lua cheia espreitou atrás do véu grosso de nuvem e
algo de sua luz fraca estranha aliviou a escuridão até mesmo do grande
corredor da Hospedaria.
O Tom roubou suavemente abaixo o corredor e ganhou o quarto próximo o Marquês.
Ele levou a posição dele em uma grande cadeira que ele puxou perto da porta aberta,
e pôs a arma dele no chão se aproxime à mão. Ninguém poderia entrar no corredor
sem o o ver dele. Todo poucos momentos que ele andaria pé ante pé para a entrada,
empurre a cabeça dele no corredor, e escute atentamente para qualquer som dentro
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