François Pierre Guillaume Guizot
mãos do Governo inglês. Confiado como a partida de General
Bonaparte com o comando principal, o Kleber exibiu ao Diretório o
estado triste do exército dele e as finanças dele. Cinco meses tinham passado, e
nada novo tinha acontecido; nenhum succor tinham chegado da França. Kleber teve
emprestado a orelha dele às propostas do vizier e Senhor Sidney Smith.
O próprio Bonaparte tinha previsto as circunstâncias debaixo de qual o
evacuação de Egito ficaria necessária; ele tinha partido neste assunto
instruções peremptórias e arrogantes. Kleber evitou o termo marcado
fora pelo general que tinha deixado o manto dele caia nos ombros dele, e ele
concluído o tratado de El Arish, um monumento da tristeza dele e desolação.
A assinatura de Desaix que negociou isto era mournfully torcido dele,
depois que ele tivesse requerido do geral-em-chefe uma ordem formal pôr o seu
nomeie a isto. Negociado entre homens militares, não foi assinado com
a assinatura do plenipotenciário, quem ele não teve autoridade melhor
negociar. O Governo de Grã Bretanha, informado da angústia de
Kleber geral, enviado a Almirante Keith uma proibição formal que o proibe,
tratar com o exército francês, a menos que eles rendessem como prisioneiros de
guerra. Senhor Sidney Smith fez conhecido imediatamente a Kleber as ordens que ele teve
recebido; as condições honradas que o general francês previamente teve
aceito já era em curso de execução; vários lugares tinham sido
deixado os Turcos; o vizier tinham avançado. Porém, Kleber não fez
hesite. Ele publicou ao exército a carta do comodoro inglês,
com estas palavras: "Soldados! tal insolência como isto só é respondida por
vitórias: prepare dar batalha."
É um espetáculo nobre que de homens resolutos reduziu a extremidades
sem fugir de perigo. No dia 20 de março o exército francês foi fora de
Cairo; diminuído por morte e doença numerou não mais que 12,000
homens que se formaram em quadrados de acordo com as táticas velhas de
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