do restabelecimento de adoração católica na França, e do
profissão pessoal disto feita pelos cônsuis da república. Ele ao
mesmo tempo concordou em pedir para os bispos titulares velhos que resignem. A resignação
dos bispos constitucionais já tinha sido afiançado. O Primeiro Cônsul
escrito a Pius VII.: "Pai mais santo, Consalvi Cardeal tem mostrou para mim
sua Santidade' carta, e eu reconheço os sentimentos evangélicos que
distinga. O cardeal informará sua Santidade de minha intenção para
faça tudo aquilo pode contribuir a sua felicidade. Só dependerá de você
achar novamente no Governo francês o apoio que sempre tem
concedeu a seus antecessores, quando eles classificaram com o diretor deles/delas
deveres o orando de máximas que ajudam confirmar paz, moralidade, e
obediência para o poder civil.
"Só depende de mim que as lágrimas de Europa deixam de fluir, que o
revoluções e guerras sejam seguidas por paz geral e ordem.
"Em todas as ocasiões, eu imploro para sua Santidade pensar na ajuda de
seu filho dedicado."
Consalvi cardeal tinha feito várias concessões; os negociadores franceses tiveram
mais de uma vez estendido como eles escolheram o senso exato das concessões dele;
mas ele recusou confiar o regulamento da adoração pública absolutamente
para a autoridade civil. Devido à obstinação conscienciosa do cardeal,
o Primeiro Cônsul aceitou modificações importantes deste ponto afinal.
Quando o dia por assinar chegou, Joseph Bonaparte que sempre teve uma parte
em negociações diplomáticas, sendo um dos signatários designados, o
cardeal foi para a casa dele com o Abbe Bernier, ambos que trazem uma cópia de
o ato. No momento quando o enviado papal estava levando a caneta, ele lançou
os olhos dele em cima do texto da convenção, e serra que o artigo
recorrendo ao exercício de adoração tinham sido restabelecidos à forma que
ele tinha contestado. Lendo mais adiante, e achando outras mudanças e
adições, o cardeal protestou contra isto. Joseph Bonaparte declarou
|