pelo mesmo dreno, e sempre achou um cobre. Ela era um cuidadoso
menina, e usado acumular o dinheiro dela.
Um dia a mãe velha dela achou a pilha dela de centavos, e desejou saber
onde ela os adquiriu.
A Ellen lhe falou, mas entretanto ela caminhou pela sarjeta para muitos um
Domingo depois de, ela nunca achou outro cobre.
A HORTELÃ DE AS FADAS.
Era uma vez um moleiro que viveu em Anglesey. Um dia
ele notou que alguns dos sacos dele tinham sido movidos durante a noite.
O dia seguinte que ele sentia seguramente que algum do grão dele tinham sido
transtornado, e, ultimamente, ele estava seguro alguém tinha estado trabalhando o seu
moa à noite durante a ausência dele. Ele confiou as suspeitas dele para
um amigo, e eles determinaram ir na noite que vem e assistir o
moinho. A noite seguinte, a sobre meia-noite, como se aproximaram eles o
moa que se levantou em uma colina pedregosa nua eles foram pegados de surpresa para achar
o moinho tudo iluminaram e no trabalho, as grandes velas que viram dentro o
noite preta. Rastejando suavemente para cima para uma janela pequena, o moleiro olhou
em, e viu uma multidão de pequenos homens que levam bolsas pequenas, e esvaziando
eles nas mós. Porém, ele não pôde ver o no qual era o
bolsas, assim ele rastejou a outra janela, quando ele viu vinda de moedas dourada
do moinho, do lugar fora onde a farinha normalmente correu.
Imediatamente o moleiro foi para a porta de moinho, e, pondo a chave dele
na fechadura, ele destrancou a porta; e como fez ele assim as luzes
saído de repente, e o moinho deixou de trabalhar. Como ele e seu
amigo entrou no moinho escuro eles poderiam ouvir sons das pessoas
correndo aproximadamente, mas até que eles iluminassem o moinho novamente havia
ninguém ser visto, mas se espalhou em toda parte as mós e no
chão seja erva daninha*-concha.
Depois disso, disseram muitas pessoas que passaram o moinho à meia-noite eles
visto o moinho iluminado e trabalhando; mas o moleiro velho deixou as fadas
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