isto Co-ed égua e o dono dela.
No primeiro de maio, a égua deu à luz para todas as noites, um bonito
pequeno potro. Ainda ninguém já viu, ou já poderia contar o qual restou
qualquer um, ou todos os potros. Cada e tudo, e um por um, eles
desaparecido. Ninguém soube onde eles eram, ou foi, ou o que tinha se tornado
deles.
Afinal, o dono que não teve nenhuma criança e amou pequenos cavalos,
determinado para não perder outro. Ele cingiu na espada dele, e com seu
lança fiel, guarda estado de pé toda a noite no estábulo para pegar o mortal
ladrão, como supôs ele que ele deve ser.
Quando primeiro, nesta mesma noite de maio pariu a égua a égua novamente, e o
potro se levantava em suas pernas longas, o homem grandemente admirou o jovem
criatura. Já olhou, como se pudesse, com suas próprias pernas, corrida
fora e escapa de qualquer lobo que deveria perseguir isto, enquanto esperando comer isto
para cima.
Mas neste momento, um grande barulho foi ouvido fora do estábulo. O
próximo momento que um braço longo, com uma garra ao término disto, foi cutucado
pelo janela-buraco, agarrar o potro.
Imediatamente o homem puxou a espada dele e com um sopro, a parte de garra de
o braço estava cortado fora, e derrubou dentro, com o potro.
Ouvindo um grande grito e tumulto fora, o dono da égua se apressou
adiante na escuridão. Mas entretanto ele ouviu uivos de dor, ele pôde
não veja nada, assim ele devolveu.
Lá, à porta, ele achou um bebê, com cabelo tão amarelo quanto ouro,
sorrindo a ele. Além suas roupas fraldando, foi embrulhado para cima dentro
cetim chama-colorido.
Como ainda era noturno, o homem levou a criança à cama dele e pôs isto
junto à esposa dele que era adormecida.
Agora esta mulher boa amou as crianças, entretanto ela não teve nenhum dela próprio,
e assim quando ela acordou pela manhã, e viu o que estava ao lado dela,
ela estava muito contente. Então ela solucionou para fingir que era ela próprio.
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