o que você gostaria a maioria."
A isto, Bala puxa-puxa parecia dura nas faces dos três estranhos, ver,
se um deles fosse o bardo que tinha comparado a voz dele em seu ups e
desce a uma vaca e um cachorro cego. Não vendo nenhuma face familiar, ele,
arrancado para cima a coragem dele, e disse:
"Se você não estiver tirando sarro de mim, eu levarei de você uma harpa. E, se eu
pode ter meu desejo por completo, eu quero um que jogará só melodias vivas.
Nenhuma música triste para mim!"
Aqui Morgan parou. Novamente ele procurou as faces deles/delas, ver se eles
estava rindo dele e então procedeu.
"E qualquer outra coisa, se eu posso ter isto; mas realmente é a mesma coisa
Eu estou perguntando para."
"Fale em, nós estamos prontos para fazer o que você deseja", respondeu para o líder.
"Eu quero uma harpa que, não importa como mal eu posso jogar, soará fora
docemente e música alegre."
"Diga nenhum mais", disse o líder que acenou a mão dele. Havia uma inundação
de luz, e, para o assombro de Morgan, lá estava de pé no chão um
harpa dourada.
Mas onde os três viajantes eram? Eles tinham desaparecido num instante.
Dificilmente capaz acreditar os próprios olhos dele, amanheceu agora nele que seu
visitas eram fadas.
Ele se sentou, atrás da harpa, e se preparou para varrer os fios. Ele
quase não sabido se ou não ele tocou o instrumento, mas lá rolou
fora volumes de música viva, como se a própria harpa estivesse furiosa. A melodia
era selvagem e como fixaria os pés de agoing de povos jovem, até mesmo em
igreja.
Como os dedos de Bala puxa-puxa pareciam todo momento para ficar mais hábil, o
livelier que a música aumentou, até que os mesmos pratos sacudiram no
armário, como se eles quisessem unir dentro. Até mesmo a cadeira olhou como se
sobre dançar.
Há pouco então, a esposa de Morgan e alguns vizinhos entraram na casa.
Imediatamente, a festa inteira, um e tudo, começou a dançar dentro o
modo mais alegre. Por horas, eles mantiveram o giro furioso. Ainda todos o
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