isso manteve às noções e modas dos dias de caverna. Para um de
estes, veio dificuldade por causa disto falhando.
Agora havia uma bonita ninfa que viveu no Lago Vermelho uma vez para qual
um fazendeiro jovem e bonito vinha pegar peixe. Um dia nublado,
quando o rapaz pudesse ver só alguns pés antes dele, um vento clareou o
ar e assoou a névoa fora. Então ele viu perto dele o homem um pequeno velho,
se levantando em uma escada de mão. Ele era duro no trabalho pondo um telhado colmado
em uma cabana que ele tinha construído.
Alguns atas depois, como subiu a névoa e as brisas sopraram, o fazendeiro
não poderia ver nenhuma casa, mas só o ripplings de água no lago
superfície.
Embora ele foi pescar freqüentemente, ele viu qualquer coisa nunca novamente incomum,
durante o verão inteiro.
Em um dia quente no outono cedo, enquanto ele parou para deixar o cavalo dele
beba, ele olhou e viu uma face muito adorável na água. Desejando saber
quem poderia pertencer, lá rosa para cima antes dele a cabeça e ombros
de uma mulher mais bonita. Ela estava tão bonita que ele teve dois tombos.
Ele caiu do cavalo dele e ele se apaixonou por ela ao uma e o mesmo
tempo.
Apressando para a visão adorável, ele tirou os braços dele naquela mancha
onde ele tinha a visto, mas só abraçar ar vazio. Então ele
se lembrado aquele amor é cego. Assim ele esfregou os olhos dele, ver se ele
poderia discernir qualquer coisa. Ainda entretanto ele investigou abaixo na água, e
para cima em cima das colinas, ele não a pôde ver em qualquer lugar.
Mas ele descobriu logo para a alegria dele que os olhos dele eram certo, para em
outro lugar, a face, cabelo flor-coroado, e a reflexão dela em
a água veio novamente. Então o desejo dele para possuir a donzela era
dobrado. Mas novamente, ela desapareceu, subir novamente em outro lugar.
Cinco vezes ele foi atormentado assim e foi desapontado. Ela se levantou, e
depressa desaparecido.
Parecia como se ela só pretendeu o arreliar. Assim ele montou casa
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