e teve modos elegantes. Eles subiram, sorriram, e o convidaram a jogar
com eles. Ele uniu nos jogo esportivos deles/delas, e estava muito interessado para
tome nota de tempo. Ele continuou jogando com eles até que era lance
escuro.
Entre outros jogos que ele desfrutou, tinha sido isso de "O Rei em seu
casa contando, contando fora o dinheiro" dele, e "A Rainha nela
cozinha, comendo pão e mel", e "A Menina que pendura fora o
roupas", e "O Melro Insolente que cortou fora o nariz dela." Em
jogando estes, as crianças tiveram aventais cheio do que parecia ser real
moedas, o tamanho de coroas, ou cinco-xelim pedaços, cada valor um
dólar. Estes tiveram "cabeça e seguem", ao lado de cartas neles e o menino
suposto eles eram reais.
Mas quando ele mostrou para estes à mãe dele, ela viu imediatamente do deles/delas
leveza, e porque eles foram dobrados assim facilmente, que eles só eram
empapele, e não prata.
Ela perguntou para o menino dela onde ele os teve. Ele lhe contou isso que um tempo agradável
ele tinha desfrutado. Então ela soube que esta, os colegas dele, eram fada
crianças. Temendo que algum mau poderia vir disto, ela o carregou,
o único filho dela, nunca sair só novamente, na montanha. Ela
desconfiou que nenhum bem viria de fabricação tais crianças estranhas o seu
companheiros.
Mas o rapaz era assim apaixonado por jogo, aquele dia, cansado de não ver nada
mas byre e ajardina, enquanto as irmãs dele gostaram de jogar os jogos de meninas mais
que esses quais os meninos quiseram a maioria, e as colinas que parecem acenar
ele para vir a eles, ele desobedeceu, e deslizou fora e fora para o
montanhas. Dele foi sentido falta logo e procura foi feita para ele.
Ainda ninguém tinha visto ou tinha ouvido falar dele. Embora investigações fossem feitas em
toda estrada, em toda aldeia, e em todas as feiras e mercados no
bairro, dois anos inteiros passados, sem um rastro do menino.
Mas cedo uma manhã do vinte-quinto mês, antes do café da manhã, seu
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