William Elliot Griffis

Contos de fadas galeses

	
e nunca gostando dos livros dele, sempre tinha amado a verdade. Ele era mesmo
triste e miserável, além do contar, porque ele tinha quebrado a palavra dele
de honra. Assim, quase furioso com aflição e envergonha, e de um acusar
consciência, ele voltou achar a caverna na qual ele tinha dormido. Ele
volte ao Rei das fadas, e pergunte o perdão dele, até mesmo se
A Majestade dele nunca lhe permitiu visitar Reino das fadas novamente.

Mas entretanto ele procurou freqüentemente, e dias inteiros gastos tentando achar
a abertura nas colinas, ele nunca poderia descobrir isto.

Assim, completamente penitente, e solucionando para viver direito, e se torna isso que seu
pai queria que ele fosse, ele voltou para o monastério.

Lá ele manipulou as tarefas dele tão diligentemente que ele superou tudo dentro
livro-aprendendo. A tempo, ele se tornou um dos estudantes mais famosos dentro
História galesa. Quando ele morreu, ele pediu ser enterrado, não no monge,
cemitério, mas com o pai dele e mãe, no adro. Ele fez
peça que nenhum nome, registro, ou epitáfio, sejam cinzelados na tumba dele, mas
só estas palavras:

NÓS NÃO PODEMOS FAZER NADA CONTRA A VERDADE, MAS SÓ PARA A VERDADE.




XIV


O WELSHERY E O NORMANS


Embora a terra deles/delas fosse muitas vezes invadidas, o galês nunca tem
sido conquistado. Tribos poderosas, como os romanos, Saxons e Normans,,
tentou os subjugar. Até mesmo quando o inglês e os reis alemães
tentado esmagar o espírito deles/delas e destruir o idioma deles/delas e
literatura, o galês resistiu e ganhou vitória.

Entre o tiraniza isso tentou força, em vez de justiça, e jogou o
escravo-motorista, em lugar de o modo do Samaritano Bom, era o Normans.
Estes companheiros brutais, quando eles pensaram que eles tinham infestado Gales
com os exércitos deles/delas, começou a construir o país por toda parte para castelos fortes.
Eles mantiveram os homens armados pelos milhares pronto, noite e dia, apressar fora,
e pôs a morte qualquer pessoa e todo o mundo que teve uma arma na mão dele.	

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