O feiticeiro parecia cansado de responder perguntas, mas ele respondeu,
dando o nome de cada cavaleiro, e também o do pai dele, como se ele
era um galês ele; mas a isto, Bala puxa-puxa cresceu impaciente, enquanto sentindo como
se um livro de genealogia tivesse sido lançado a ele.
Indelicadamente, ele interrompeu o companheiro dele e clamou:
"E quem é isso no trono?"
O feiticeiro olhou como se ele fosse vexado, e feltro insultou, mas ele
respondido:
"É o próprio Rei Arturo, com Excalibur, a espada famosa dele, em seu,
mão."
Isto foi estalado fora, como se o feiticeiro estivesse enojado ao
interrupção da genealogia dele, e ele fechou a boca dele apertado como se ele
responderia nenhuma mais pergunta, para tal um companheiro indelicado.
Bala puxa-puxa agarrando pela mão, ele o conduziu em o do qual era o armazém
a caverna. Lá montões seculares em montões de ouro amarelo. Ambos os homens encheram
os bolsos deles/delas, bolsas de cinto, e o dentro das roupas deles/delas, com tudo,
eles poderiam carregar dentro.
"Agora nós teve melhoramos fora, para isto tempo é ir", disse o feiticeiro
e ele conduziu o modo para a porta de caverna.
Mas como passou atrás Bala puxa-puxa, e ao longo do corredor onde o anfitrião de
guerreiros estavam dormindo, a curiosidade dele adquiriu o melhor dele.
Ele disse a ele, "eu tenho que ver este anfitrião despertar. Eu tocarei aquele sino,
e descobre se o feiticeiro falou a verdade."
Assim, quando ele veio a isto, ele golpeou o sino. O centelhando de um
olho, milhares de guerreiros pularam para cima, agarrou a armadura deles/delas, cingiu o deles/delas
espadas, ou agarrou as lanças deles/delas. Tudo pareciam esperando avidamente o
comande para apressar contra o inimigo.
O chão tremeu com o pisotear deles/delas, e tremeu com o passo deles/delas,
até que Bala puxa-puxa pensou que o telhado de caverna desabaria e os enterraria tudo. O
ar ressoou com o chocalho de braços, como os homens, quando em graus,
tempo marcado, pronto para movimento adiante e fora da caverna.
|