John Alexander Gunn

Bergson e a Filosofia dele

	
mais muito tempo o mesmo volume de som, mas outro, igualmente indivisível.
Indubitavelmente nós temos uma tendência para dividir isto e representar isto para
nós mesmos como um unindo junto de notas distintas em vez do
continuidade ininterrompida da melodia. Mas por que? Simplesmente porque nosso
percepção de auditive assumiu o hábito de se saturar com
imagens visuais. Nós ouvimos a melodia pela visão que o condutor
da orquestra pode ter disto olhando para a contagem dele. Nós representamos
nós notas uniram em para notas em uma folha imaginária de papel. Nós
pense em um teclado em qual joga, do arco de um violino que
vem e vai, dos músicos, cada um de quem faz o papel dele dentro
conjunção com os outros. Nos deixe resumir estas imagens de espaço;  lá
restos pura mudança, ego-bastando, prendeu de nenhuma maneira para um 'coisa'
quais mudanças."[Nota de rodapé: Traduziu de La Percepção du Changement,
pp.  24-25.]

Nós temos que conceber realidade como um fluxo ininterrupto, então imobilidade parecerá
um hypostatized de abstração superficial em estados, conceitos, e
substâncias, e as velhas dificuldades elevaram pelos anciões, em consideração,
para o problema de Mudança, desaparecerá, junto com os problemas presos
para a noção de "substância" em pensamento moderno, porque não há nada
significativo mas Mudança. Aparte de Mudança não há nenhuma realidade. Nós devemos
veja que tudo são movimento que nós nós mesmos são movimento--parte de um
elan, um poussee formidável que leva com tudo coisas e tudo
criaturas, e que nesta eternidade--não de imutabilidade mas de vida
e Mudança--"nós vivemos e movemos e tem nosso ser."[Nota de rodapé: La
Du de percepção Changement, parágrafo final, pág., 37.]




CAPÍTULO III

PERCEPÇÃO


Imagens como dados--Nervos, afferent e efferent, não podem procriar imagens, nem
enlate o cérebro dê origem a representações--Todos nosso parente de percepção
para ação. Negação disto envolve as falácias de Idealismo ou de	

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