os distinguir absolutamente de um ao outro em qualquer investigação de
uma natureza psicológica. Se, em vez de uma percepção saturada com
memória-imagens, nada sobreviveu do passado, então nós deveríamos ter
"pura" percepção, não coloured por qualquer coisa no passado do indivíduo
história, e assim um tipo de percepção impessoal. Porém irreal pode
pareça, tal uma percepção está à raiz de nosso conhecimento de coisas e
acidentes individuais somente são enxertados em para este impessoal ou "puro"
percepção. Só porque filósofos negligenciaram isto, e porque
eles não têm distinguido isto do para o qual memória contribui
isto, eles consideraram Percepção como um tipo de interior e subjetivo
visão, só diferindo de Memória por sua maior intensidade e não
diferindo em natureza. Em realidade, porém, diferem Percepção e Memória
fundamentalmente.
Nossa percepção consciente é há pouco nosso poder de escolha, refletido de,
coisas como se por um espelho, de forma que representação surge do
omissão disso na totalidade de assunto no qual não tem nenhum porte nosso
necessidades e por conseguinte nenhum interesse para nós. "Somente há para imagens um
diferença de grau e não de tipo entre 'sendo' e 'sendo
conscientemente percebido.'"[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 30 (Fr. pág.
25).] consciência--com respeito a percepção externa--é explicado por
este indeterminateness e esta escolha. "Mas há dentro este necessário
pobreza de percepção consciente, algo que é positivo, que
prediz espírito; é, no senso etimológico da palavra,
discernimento.'"[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 31 (Fr. pág. 26).] o
dificuldade principal lidando com os problemas de Percepção, é
não explique como Percepção surge, mas como está limitado, desde isto,
deveria ser a imagem do todo e deveria reduzir na realidade à imagem de
que que interesses você."[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 34 (Fr. pág.
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