conteste, como em Memória, deve ser um fenômeno de bastante outra ordem que
Percepção, desde entre presença e ausência não há nenhum grau, não
fases de intermediário."[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 315 (Fr. pág. 264).]
Se nós mantemos que aquela lembrança somente é uma forma debilitada de Percepção
nós temos que notar as conseqüências de tal uma tese. "Se lembrança só é
uma Percepção debilitada, inversamente, Percepção deve ser algo como um
Memória de intenser. Agora, o germe de Idealismo inglês será achado aqui.
Este Idealismo consiste achando só uma diferença de grau e não de
tipo, entre a realidade do objeto percebida, e o ideality de
o objeto concebeu."[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 318 (Fr. pág.
267).] a manutenção de tal uma doutrina envolve o adicional
contenção notável que "nós construímos assunto de nosso próprio interior
estados e aquela percepção é só uma verdadeira alucinação."[Nota de rodapé:
Assunto e Memória, p 318 (Fr. pág. 267).] tal uma teoria não harmonizará
com a diferença experiente entre Percepções e
Recordações. [Nota de rodapé: Le Recordação du et la fausse reconhecimento presente,
Philosophique de revista, Dec., 1908, pág., 568; também spirituelle de L'Energie
(Notar-energia).] Nós não equivocamos a percepção de um som leve para
a lembrança de um barulho alto, como já foi observado. O
consciência de uma lembrança "nunca acontece como um estado fraco que nós
tente banir tão logo ao passado como nós nos damos conta de sua fraqueza.
Como realmente, a menos que nós já possuamos a representação de um passado,
previamente vivido, pôde nós banimos a isto o menos intenso psychical
estados, quando seria tão simples para os fixar junto a forte
estados como uma experiência presente mais confundido, ao lado de um presente
experimente mais distinto?"[Nota de rodapé: Assunto e Memória, pág., 319 (Fr. pág.
268).] a verdade é aquela Memória não consiste em uma regressão de
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