situação (a menos que nós sejamos dados a devaneios!). Em uma memória animal
serve recordar a ele as conseqüências vantajosas ou prejudiciais que
surgiu antigamente em uma igual situação, e assim ajuda o presente dele
ação. Em homem, memória forma um todo sólido, uma pirâmide cujo ponto é,
inserto precisamente em nossa ação presente. Mas atrás das recordações
que são envolvidos em nossas ocupações, há outros, milhares de
outros, armazenados debaixo da cena iluminada por consciência. "Sim, eu
realmente" acredite, diz Bergson "que todos nossa vida passada está lá,
preservado até mesmo aos detalhes mais infinitésimos, e que nós esquecemos
nada e que tudo aquilo que nós alguma vez sentimos, percebeu, pensamento, legou,
do primeiro despertar de nossa consciência, sobrevive indestructibly."
[Nota de rodapé: Sonhos, pág., 37. Para esta discussão por completo, veja páginas 34-39,
ou vê spirituelle de L'Energie, pp. 100-103 (notar-energia).] claro que, em
ação eu tenho qualquer outra coisa para fazer que me ocupe com estes. Mas
suponha eu fico desinteressado em ação presente--que eu durmo--
então o obstáculo (minha atenção para ação) afastado, esta prova de recordações
elevar a armadilha-porta--todos eles querem terminar. Da multidão
são chamados o qual que será escolhido? Quando eu estava acordado, só esses,
foi admitido que afetou a situação presente. Agora, em sono, mais
imagens vagas ocupam minha visão, sons mais indecisos alcançam minha orelha, mais,
toques indistintos vêm a meu corpo, e sensações mais vagas vêm de
meus órgãos internos. Conseqüentemente essas recordações que podem se assimilar
para algum elemento nesta massa vaga de sensações muito indistintas administre
terminar. Quando tal união é efetuada, entre memória e
sensação, nós temos um sonho.
Para que uma lembrança devesse ser trazida para notar, é necessário
que deveria descer da altura de pura memória para o preciso
ponto onde ação está acontecendo. Tal um poder é a marca do
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