discussões, ou dos termos técnicos que representam várias visões. É
muito freqüentemente a terminologia longe da qual vira o homem claro o
consideração de problemas filosóficos; mas ele tem alguma concepção,
porém cru pode ser, da alma dele ou a mente dele e do corpo dele. Estes
condições estão familiarizadas a ele, mas a visão de uma frase como "psicótico-
paralelismo físico" o amedronta bastante. Realmente, está de pé para um real
coisa simples, e é há pouco o rótulo oficial designava o
teoria geralmente segurada por homens científicos de todos os tipos, descrever o
relação de alma e corpo. Ponha mais precisamente, é há pouco a afirmação
aquele cérebro e trabalho de consciência em linhas paralelas.
Bergson não aceita a hipótese de paralelismo psicótico-físico.
Na primeira das quatro conferências dele em La Natureza de l'Ame, determinado em Londres
Universidade em 1911, nós o achamos criticando a noção que
consciência não tem nenhuma independência de seu próprio, que somente expressa
certos estados do cérebro que o conteúdo de um fato de consciência
será achado completamente no estado cerebral correspondente. É verdade
que nós não deveríamos achar muitos fisiólogos ou filósofos que vão
nos fale agora que "o cérebro segrega pensamento como o fígado segrega
bílis."[Nota de rodapé: Cabanis (1757-1808). Concordâncias du físico et du moral
l'homme de de, 1802. Veja cotação por William James em Imortalidade Humana.
Nota (4) no Apêndice dele.] Mas havia uma idéia que, se nós pudéssemos ver
pelo crânio e observa o que acontece no cérebro, se nós tivéssemos
um microscópio enormemente poderoso que nos permitiria seguir o
movimentos das moléculas, átomos, elétrons, do cérebro, e se nós
tido a chave à correspondência entre estes fenômenos e a mente,
nós deveríamos saber todos os pensamentos e desejos da pessoa a quem o
cérebro pertenceu--nós deveríamos ver o que aconteceu na alma dele, como um
operador de telégrafo poderia ler pela oscilação das agulhas dele o
|