criador de quantidade. [Nota de rodapé: Veja as conferências La Natureza de l'Ame.]
O cérebro e o corpo são em geral instrumentos da alma. O cérebro
orientes a mente para ação, é o ponto de anexo entre
o espírito e seu ambiente material. Está como o ponto de uma faca
para a lâmina--permite isto a penetrar no reino de ação ou, para
dê outras das metáforas de Bergson, está como a proa do navio,
permitindo a alma a penetrar o ondula de realidade. Ainda, para tudo
que, limita e confim a vida do espírito; estreita visão
como faz os pisca-piscas que nós vestimos cavalos. Porém, nós temos que abandonar o
noção de qualquer paralelismo rígido e determinado entre alma e corpo e
acostume nós mesmos ao fato que a vida da mente é mais largo que
os limites de atividade cerebral. E mais adiante, há isto para considerar-
-"O mais nós somos acostumados a esta idéia de uma consciência que
transbordamentos o órgão nós chamamos o cérebro, então o mais natural e
provável nós achamos a hipótese que a alma sobrevive o corpo. Para
era o mental exatamente modelled no cerebral, nós poderíamos ter que admitir
aquela consciência tem que compartilhar o destino do corpo e tem que morrer com isto."
[Nota de rodapé: New York Times, setembro. 27, 1914.] "mas o destino de
consciência não é encadernada para cima com o destino de assunto cerebral."
[Nota de rodapé: Evolução Criativa, pág., 285 (Fr. pág. 293).] "embora os dados
não é contudo suficiente autorizar mais que uma afirmação de alto
probabilidade", [Nota de rodapé: a entrevista de Louis Levine com Bergson, Nova Iorque
Tempos, fevereiro. 22, 1914. Citado pelo Moleiro, Bergson e Religião, pág., 268.]
ainda deixa o modo aberto para uma convicção em uma vida futura e cria um
presunção em favour de uma fé em imortalidade. "Humanidade", como Bergson,
observações, "possa, em sua evolução, supere o mais formidável de seu
obstáculos, talvez morte plana." [Nota de rodapé: Evolução Criativa, pág., 286
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