Nem todo o thy rasga lave fora um Word disto."
Não está fora nenhum modo deste círculo grampeando? Nós sentimos vagamente,
intuitivamente, que há. Bergson mostra para nós um modo. Até mesmo se nós
admita, ele diz, que a direção e a velocidade de todo átomo de
importe no universo (incluindo assunto cerebral, i.e., o cérebro,
que é uma coisa material) é estritamente determinado, não vai
siga da aceitação deste teorema que nossa vida mental é
sujeito à mesma necessidade. Para isso que ser o caso, deveríamos ter nós
mostrar absolutamente que um estritamente determinado estado de psychical
corresponde a um estado cerebral definido. Isto, como vimos nós, não tem
sido provado. É admitido que para alguns estados de psychical de um limitado
tipo que certos estados cerebrais correspondem, mas nós não temos nenhuma autorização
tudo que por concluir que, porque o fisiológico e o
séries psicológicas exibem algumas condições correspondentes, as duas séries,
é absolutamente paralelo. "Estender este paralelismo às séries
eles, na totalidade deles/delas, são resolver um priori o problema de
liberdade." [Nota de rodapé: Tempo e Will Grátis, pág., 147 (Fr. pp. 112-113).] como
longe as duas séries correm paralelo é uma pergunta--como nós vimos dentro o
capítulo na relação de Alma e Corpo--para experiência, observação,
e experimenta para decidir. Os casos que são paralelos estão limitados, e
envolva fatos que são independente do poder do Will.
Bergson procede então a um exame do mais sutil e plausível
embale para determinismo psicológico. Um número muito grande de nossas ações
é devido a algum motivo. Lá você tem isto, diz o psicológico
determinist. Sua Liberdade denominada do Will é uma ficção; em realidade
somente é o motivo mais forte que prevalece e você imagina isso
você legou isto "livremente." Entretanto nós lhe temos que pedir que defina mais "forte,"
e aqui é a falácia do argumento dele, para lá nenhum outro teste é de
que é o motivo mais forte, que que prevaleceu. Tal
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