John Alexander Gunn

Bergson e a Filosofia dele

	
princípio de causalidade só tende a acentuar a diferença entre
objetos em um reino em que sucessão regular pode ser observada e
predito e um reino onde pode não ser observado ou pode ser predito, o
reino do ego. Só porque eu suporto e mudo eu necessariamente não faço
para-dia de ato como eu agi ontem, quando debaixo de como condições. Sim
porém, espera que este não será o caso no reino físico;
por exemplo, nós esperamos que uma chama aplicou para secar papel sempre fixará
desce. Realmente, o mais nós percebemos a relação causal como um de
determinação necessária, nós vimos ver que coisas não existem como nós
faça nós mesmos, e distinção entre físico e eventos de psychical
fica claro. Nós percebemos que nós, em nós mesmos, somos centros de
indeterminação que desfruta Liberdade, e capaz de atividade criativa.

Porém, nós devemos ter cuidado para observar aquela tal Liberdade como temos nós é
não absoluto nada e que admite de graus. Todos nossos atos são por
nenhum meios livra. Realmente, Will Grátis é excepcional, e muitos viva e dado
sem ter sabido verdadeira Liberdade. Nossa vida cotidiana consiste dentro o
desempenho de ações que são largamente habituais ou, realmente, automático,
não sendo determinado por Will Grátis, mas por costume e convenção. Nosso
Liberdade é a exceção e não a regra. Por lentidão ou
indolência, nós sacudimos em no tenor plano de um modo para o qual hábito tem
nos dirigido. Até mesmo às vezes quando nossa personalidade inteira deveria vibrar,
se achando aos cruz-estrada, não age à altura dos acontecimentos.
Mas, diz Bergson, "está às grandes e solenes crises, decisivo de
nossa reputação com outros, e ainda mais conosco mesmos, que nós escolhemos
em desafio do que é chamado um motivo convencionalmente, e esta ausência
de qualquer razão tangível, é o mais golpeando o mais fundo nossa Liberdade
vai." [Nota de rodapé: Tempo e Will Grátis, pág., 170 (Fr. pág. 130).] a tal
tempos o ego se sente livre e diz assim, para isto sente para ser	

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