escravidão para concepções mecânicas.
A Evolução Criativa de Bergson, o trabalho conhecido maior e melhor dele, se apareceu
em 1907. Não só foi considerado como um livro magnífico, mas como um
date na história de pensamento. Dois dos estudantes principais de
processo evolutivo na Inglaterra, Professores Geddes e Thomson, se refira
o livro como "um das contribuições mais profundas e originais para o
consideração filosófica da teoria de Evolução." [Nota de rodapé: Em
a Bibliografia na Evolução de volume deles/delas.]
Durante algum tempo lá tinha estado cultivando uma necessidade por uma expressão de
teoria evolutiva em condições diferente de esses de Spencer, ou de Haeckel-
-o filósofo monístico alemão. O avanço no estudo de biologia
e a elevação de Neo-vitalismo, ocasionou por uma avaliação do
insuficiência de qualquer explicação de vida em condições puramente físico e
substância química, fez a demanda para uma declaração nova, em maior harmonia com
estas visões, imperativo. Satisfazer esta demanda é a tarefa para qual
Bergson se aplicou. Ele soa a nota de partida do
mais velhas concepções corrigem ao começo pelo mesmo título dele,
'Criativo' Evolução. Para isto, as visões dele em Mudança, na hora certa, e em
Liberdade, tenha em algum grau nos preparado. Nós vimos jogo adiante o
fato de Liberdade, o reconhecimento de seres humanos como centros de
indeterminação, não meras unidades em uma máquina, "um bloco universo" onde
tudo são "determinados", mas criaturas capaz de atividade criativa. Então por um
consideração de Tempo, como duree de la, que nós achamos que a história de um
indivíduo nunca pode se repetir; "Para um ser consciente, é existir
para mudar, mudar é amadurecer, amadurecer é ir em criar
a si mesmo eternamente. Deva o mesmo seja dito", Bergson pergunta, "de existência
em geral?" [Nota de rodapé: Evolução Criativa, pág., 8 (Fr. pág. 8).]
Assim ele procede retratar com uma riqueza de analogia e brilho de
nomeie, mais consangüíneo ao idioma de um poeta que filósofo, o
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