ao uma!"
CAPÍTULO 20 - "O Treadmill."
Uma epístola MEIO-HUMORÍSTICA, meio-patética foi enviada a mim por um
mulher que explica nisto a perplexidade particular dela. Tais cartas
é as sortes inesperadas de nossa profissão! Para o que é mais atraente
que ter um objeto pegado de mulher você para o confessor secular dela, para quem ela
entra para conselho em dificuldade? abrindo o coração inocente dela para seu
inspeção!
Meu correspondente reclama que os dias dela não são suficientemente muito tempo,
nem é bastante a força dela grande, para o mil e um deveres,
e obrigações impuseram nela. "Se", ela diz, "uma mulher tem
os amigos e um lugar pequeno no mundo - e que não tem nestes
dias? - ela tem que jogar golfe ou 'bicicleta' ou patim um pouco, de uma manhã; então
ela é hábil para almoçar fora, ou tem um amigo ou dois dentro, para aquela refeição.
Depois que almoço seja um 'classe' de algum tipo que ela
uniu tolamente, ou um caridade se encontrando, matinê, ou recepção;
mas acima de tudo, há ela 'dever' chamadas. Ela deve estar em casa a
cinco fazer chá que ela prometeu para os amigos de homens dela, e eles
não partirá até que está na hora dela vestir para o jantar, 'fora'
ou em casa, com freqüentemente a ópera, uma ceia, ou uma bola seguir.
É bastante impossível", ela soma, "dado estas circunstâncias para
aplique o ego da pessoa a qualquer coisa sério, ler um livro ou até mesmo abrir um
periódico. O mais mais pode realizar é um relance a um papel."
Realmente, exigiria para uma constituição excepcional levar a cabo
o anterior programme, não mencionar a atenção que uma mulher deve,
(porém relutantemente) dê à casa dela e a família dela. Onde é
as horas quietas a ser achadas para ego-cultura, a leitura de um
autor favorito, ou, talvez, "escritura" um pequeno tímida no próprio dela
conta? Nem este treadmill só arredonda abastecimento alguns meses de
a vida dela. Com variações leves de cena e fantasia, isto
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